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Correio da Manhã

Portugal
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Médicos pagam multa por falsos atestados em Vale de Cambra

Tribunal da Relação do Porto confirmou a decisão inicial.
26 de Fevereiro de 2020 às 09:34
Atestados médicos
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Enquanto estiveram desaparecidas, as armas roubadas dos paióis de Tancos estavam na propriedade da avó do principal suspeito do roubo. A senhora vive em Portela de Carregueiros, Tomar, a cerca de 35 quilómetros de Tancos. Foi neste local que os membros da Polícia Judiciária Militar e os do Núcleo de Investigação da GNR estiveram reunidos um dia antes de as armas terem sido descobertas na Chamusca, de acordo com o Diário de Notícias. As autoridades chegaram a essa conclusão ao cruzar os registos das antenas de telemóvel.

Principal suspeito do roubo é um ex-fuzileiro de Albufeira de 32 anos, chamado João Paulino, indica a mesma fonte. Um dos seus amigos de infância era um guarda de Loulé. As armas foram transportadas de Tomar para a Chamusca através de uma carrinha da Polícia Judiciária Militar. O Tribunal de Instrução Criminal decretou que apenas o director da PJ Militar ficaria em prisão preventiva. Luís Vieira invocou o interesse nacional para justificar a encenação do aparecimento das armas. Os outros detidos ficaram em liberdade sujeitos a termo de identidade e residência, proibição de contacto com outros arguidos, e suspensão de funções.

O major Vasco Brazão, um dos arguidos no inquérito que decorre sobre o reaparecimento das armas roubadas em Tancos, recorreu ao Facebook para negar a prática de qualquer crime e expressar arrependimento: "Estou arrependido mas de consciência tranquila." "Em breve vou apresentar-me à Justiça. Infelizmente, por estar na República Centro Africana, ainda não o pude fazer. Nada mais quero que, rapidamente, esclarecer a verdade dos factos.

Brazão volta a Portugal na terça-feira para ser inquirido. Estava na República Centro-Africana numa missão da ONU e deverá ser detido mal chegue ao nosso país. "A salvaguarda dos interesses Nacionais é sempre superior aos interesses individuais. Tenho um misto de sentimentos. O major Brazão foi porta-voz da Polícia Judiciária Militar (PJM). Depois de ter sido ouvido pelo Tribunal de Instrução Criminal, o director da Polícia Judiciária Militar Luís Vieira ficou em prisão preventiva, bem como um civil, João Paulino. Os restantes cinco arguidos (entre eles três elementos do Núcleo de Investigação da GNR de Loulé e outros três da Polícia Judiciária Militar) ficaram em liberdade e sujeitos a Termo de Identidade e Residência (TIR), bem como suspensos do exercício de funções e proibidos de contactar com os co-arguidos e com quaisquer militares das Forças Armadas, da GNR e elementos da Polícia Judiciária Militar.



O Comandante Paulo Isabel ingressou em 1982 na Escola Naval, onde concluiu a licenciatura em Ciências Militares Navais. Nos últimos anos desempenhou diversas funções na Polícia Marítima. Atualmente, coordenava da área de ensino de comportamento humano e administração de recursos no Instituto Universitário Militar.

Enquanto estiveram desaparecidas, as armas roubadas dos paióis de Tancos estavam na propriedade da avó do principal suspeito do roubo. A senhora vive em Portela de Carregueiros, Tomar, a cerca de 35 quilómetros de Tancos. Foi neste local que os membros da Polícia Judiciária Militar e os do Núcleo de Investigação da GNR estiveram reunidos um dia antes de as armas terem sido descobertas na Chamusca, de acordo com o Diário de Notícias. As autoridades chegaram a essa conclusão ao cruzar os registos das antenas de telemóvel.


O principal suspeito do roubo é um ex-fuzileiro de Albufeira de 32 anos, chamado João Paulino, indica a mesma fonte. Um dos seus amigos de infância era um guarda de Loulé. As armas foram transportadas de Tomar para a Chamusca através de uma carrinha da Polícia Judiciária Militar. O Tribunal de Instrução Criminal decretou que apenas o director da PJ Militar ficaria em prisão preventiva. Luís Vieira invocou o interesse nacional para justificar a encenação do aparecimento das armas. Os outros detidos ficaram em liberdade sujeitos a termo de identidade e residência, proibição de contacto com outros arguidos, e suspensão de funções.

O major Vasco Brazão, um dos arguidos no inquérito que decorre sobre o reaparecimento das armas roubadas em Tancos, recorreu ao Facebook para negar a prática de qualquer crime e expressar arrependimento: "Estou arrependido mas de consciência tranquila." "Em breve vou apresentar-me à Justiça. Infelizmente, por estar na República Centro Africana, ainda não o pude fazer. Nada mais quero que, rapidamente, esclarecer a verdade dos factos.
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