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Correio da Manhã

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Saber mais sobre Dona Ester
00:30 | 29/08
Negociações por uma piscina

Negociações por uma piscina

Dona Ester acreditava que o iodo, o sol, a água do mar e o Verão em geral proporcionariam uma reserva de saúde.
00:30 | 01/08
Uma zaragatoa em Moledo

Uma zaragatoa em Moledo

Passando da euforia do turismo europeu à canícula do Alto Minho, a maior parte de nós julgava-se verdadeiramente emigrada em Ponte de Lima.
00:30 | 20/07
Um mar azul, uma ventania de verão

Um mar azul, uma ventania de verão

A ventania do Verão é uma marca registada nos areais de Moledo, sobretudo ao cair da tarde - o que me evoca aquele tom crepuscular dos estios de antigamente, quando Dona Ester, minha mãe, lançava os seus filhos junto a umas dunas de Afife, para que recolhessem os últimos raios de luz do dia.
00:30 | 29/06
Uma família conservadora  que não é liberal

Uma família conservadora que não é liberal

Há, na história da família, uma guerra surda que se trava nos corredores da memória sempre que alguém menciona a palavra "liberal". São evocações de outros tempos, que têm dois termos.
15:00 | 15/06
Uma família irrequieta

Uma família irrequieta

Já houve três dias de Verão e o Verão ainda não chegou. A frase foi dita no domingo passado por Dona Elaine, a governanta deste eremitério de Moledo, e foi uma chamada ao bom senso geral em tempo de rebeldia contra os elementos. Ela escutava os lamentos pela "vaga de frio" que nos assolava, entre chuviscos caindo ao largo da Ínsua e uma brisa morigerada que obrigava ao uso de agasalhos. A minha sobrinha Maria Luísa tentou dizer que o aquecimento global causa danos irreparáveis à Natureza, mas foi prontamente abafada por gargalhadas – e juntou-se, vencida, aos protestos pelo atraso na chegada do Verão.
00:35 | 19/01
Passagens do tempo a meio do Inverno

Passagens do tempo a meio do Inverno

Entretenho-me com memórias da família. O senso comum manda que o Inverno, com as suas depressões e dias de chuva, seja um período dedicado ao assunto: noites para revisitar a memória, curtas tardes de sábado para recolocar fotografias nos álbuns, crepúsculos melancólicos para meditar sobre a torrente dos anos que passaram. <font size="2"> </font>
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