Barra Cofina

Correio da Manhã

Domingo
9
Conteúdo exclusivo para Assinantes Se já é assinante faça LOGIN Assine Já

“Disseram que eu era um homem morto”

"Matei muita gente, mas era mesmo matar para não morrer. Hoje arrependo-me", refere Manuel Neves.
Marta Martins Silva 22 de Setembro de 2021 às 12:00
Conteúdo exclusivo para Assinantes Assine já Se já é assinante faça LOGIN
Exclusivos
À frente do nosso quartel em Munhango, a cavalo. Cheguei a  fazer 100 quilómetros em cima de um; os cavalos vieram da Argentina de propósito para a guerra
À frente do nosso quartel em Munhango, a cavalo. Cheguei a  fazer 100 quilómetros em cima de um; os cavalos vieram da Argentina de propósito para a guerra
À frente do nosso quartel em Munhango, a cavalo. Cheguei a  fazer 100 quilómetros em cima de um; os cavalos vieram da Argentina de propósito para a guerra
Até 1968 trabalhei na Caixa de Previdência e fui adiando a tropa. Pior do que Angola foi Mafra, havia uma prova na Foz do Lisandro em que tínhamos de entrar pelo mar dentro, à noite, e depois voltar pelos montes, também de noite. Depois fui para Santarém, para a Escola Prática de Cavalaria. O comandante de companhia era o capitão Mário Tomé [ex-deputado e ex-dirigente do Bloco de Esquerda] e o Hermínio Martinho [ex-líder do PRD] era o comandante de pelotão.





Exclusivos

Assinatura Digital

Acesso à edição digital e a todos os conteúdos exclusivos do site no pc, tablet e smarphone
Assine já 1 mês/1€
Para ler este e todos os EXCLUSIVOS DE HOJE no site 1€ (IVA incluído)
UTILIZE O
Ver comentários
Hoje nas bancas
Capa do Dia
A primeira página do Correio da Manhã e o acesso ao e-paper Ver todas as
primeiras páginas